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A história dos primeiros faucet de Bitcoin

04 março 2020 / 2 comentários
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Muita coisa aconteceu desde que apareceram os primeiros sites Faucet de Bitcoin. Tal como a própria criptomoeda, estes sites tiveram um início muito discreto já que nos primeiros tempos poucas pessoas compreendiam o potencial desta ideia revolucionária.

O que é um Faucet: A palavra Faucet é inglesa e significa literalmente Torneira em português. As torneiras de Bitcoin, como o nome sugere, funcionam como as torneiras de água pingando, mas neste caso pingam unidades grátis da criptomoeda no lugar da água.

Quem tivesse feito HODL aos ganhos dessa altura hoje estaria a viver muito bem usufruindo desses rendimentos!

5 Bitcoins por clique

No momento em que escrevo este artigo o valor do Bitcoin está perto dos 9 mil dólares. Este ano já ultrapassou a barreira dos 10 mil mas ninguém esquece o momento em que 1 Bitcoin chegou a valer mais de 20 mil dólares em 2017.

Mas nem sempre foi assim, obviamente. Nos primeiros tempos cada Bitcoin valia alguns cêntimos e foi nessa altura, em junho de 2010, que o Gavin Andressen apareceu no Bitcointalk (o fórum mais famoso sobre criptomoedas), para anunciar a sua “tonta” ideia de doar Bitcoin através do seu site freebitcoins.appspot.com.

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O Gavin não era uma pessoa aleatória neste mundo, ele fazia parte do primeiro grupo de desenvolvedores do sistema Bitcoin. O seu interesse era atrair cada vez mais pessoas interessadas na criptomoeda e nada melhor que dar unidades de graça aos curiosos através do seu Faucet.

O que as pessoas tinham de fazer para ganhar essas unidades? Simples: entravam no site, clicavam num botão e já está, recebia 5 Bitcoins na sua carteira… leste bem 5 Bitcoins por dia que se tivessem guardado até hoje (HODL), valeriam mais de 40 mil dólares!

Para teres uma noção dos tempos que se viviam, algumas pessoas chegaram a gozar com a possibilidade de receber “só 5 Bitcoin ?!” de graça. Mas a iniciativa de Gavin, que carregou o seu Faucet com mais de 1.100 Bitcoin do seu bolso e angariou outras quantias com doações exteriores, ainda hoje é recordada como um marco da história do Bitcoin.

Bitcoin a subir recompensas a diminuir

No total passaram mais de 19.175 Bitcoin pelo primeiro Faucet para os membros até este fechar em 2011, muitos milhões se fizermos as contas ao valor dos dias de hoje. Mas com o valor da criptomoeda a subir as doações baixaram já que as pessoas começavam a olhar para o Bitcoin com outros olhos.

Os ganhos que se conseguiam obter nestes sites também acabaram por diminuir. Longe vão os tempos em que as pessoas se queixavam de receber 5 Bitcoin por dia de graça, hoje em dia recebemos os chamados Satoshis onde um satoshi equivale a 0,00000001 Bitcoin.

Depois do site do Gavin fechar começaram a aparecer outros como o 99 Bitcoins, desta vez com um modelo de financiamento diferente. Os novos Faucet como o 99 Bitcoins já não dependiam de doações exteriores e começaram a lucrar com publicidade, principalmente com o Google Adsense.

99 bitcoin

As coisas corriam bem até que o Google decide banir do Adsense todos os sites relacionados com criptomoedas o que levou ao fecho do 99 Bitcoins em 2018.

Ainda há sites a render

Entretanto o modelo de financiamento estava encontrado abrindo portas a ao aparecimento muitos mais Faucets no mercado existindo até alguns dedicados a outras criptomoedas que entretanto se tornaram famosas. O mais bem sucedido e conhecido da atualidade é mesmo o Freebitco.in que distribui Bitcoin de graça desde 2013 e no qual sou membro desde 2016.

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O sucesso deste site resulta da evolução de um simples Faucet para algo mais complexo mas rentável que junta a publicidade ao jogo de sorte e azar, tal como expliquei no artigo Como se rentabilizam os Faucet de criptomoedas.

O tempo não volta atrás pelo que não vamos voltar a ter um Faucet que dê tantos Bitcoin por apenas um clique num botão, mas quem perdeu esse comboio sabe que pode apanhar o próximo e chegar na mesma ao destino, basta começar hoje a ganhar Bitcoin de graça com o Freebitco.in e ter confiança na subida do valor do Bitcoin!

O Sixth Continent é fiável ou um esquema?

01 março 2019 / 0 comentários
Atenção: o Sixth Continent atravessa uma fase crítica de reestruturação. Infelizmente não está a cumprir com os prazos e por isso deixei de recomendar a sua utilização.

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O Sixth Continent não para de crescer, cada mês que passa são batidos novos recordes tanto em número de novos membros registados como em volume de transacções monetárias ocorridas com a compra mensal dos vales.

Isto significa que todos os dias há uma dezena, centena ou milhar de pessoas que fica a conhecer a plataforma pela primeira vez e que, após um período de alguma desconfiança, acaba por tentar saber mais sobre o Sixth Continent para tentar perceber se é credível ou uma fraude.

É difícil de acreditar

O Sixth Continent é apresentado como uma plataforma de comércio social, baseada na partilha de lucro obtidos com a venda de cartões ou vales pré-pagos, impulsionando assim o poder de compra dos consumidores.

Através deste sistema TODOS os intervenientes beneficiam das receitas geradas pela plataforma, sejam os consumidores, as lojas ou a própria plataforma já que o Sixth Continent partilha 70% dos lucros da seguinte forma:
  • 50% para o membro em forma de desconto na compra do vale;
  • 20% para a comunidade em forma de ganhos diários.
Se acabas de conhecer o site e te está a parecer bom de mais para ser verdade não te preocupes, tanto eu como os outros membros que já beneficiam das vantagens da plataforma passámos pela mesma desconfiança no início, só que nós demos o passo importante de experimentar e espero que venhas a fazer o mesmo.

É que ninguém fica a perder neste negócio, se as vantagens dos membros já foram explicadas no artigo de apresentação do Sixth Continent, passo agora a explicar as vantagens para as duas outras partes muito importantes.

O Sixth Continent

A plataforma começa logo por obter lucro através das parcerias e condições especiais que consegue acordar com as marcas ou lojas, conseguindo até um desconto considerável ao comprar cartões pré-pagos em massa, por exemplo.

Além disso, as marcas que reconhecem a visibilidade da plataforma acabam por comprar espaços publicitários ou criar ofertas especiais de promoção da marca para gerar mais vendas do seu produto.

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Destes lucros 30% ficam "nos cofres" do Sixth Continent para pagar aos empregados e a própria manutenção da plataforma, enquanto que os restantes 70% são partilhados com os membros como expliquei em cima.

E se achas que 30% é pouco então fica a saber que a plataforma faturou 49 milhões de euros em 2018... agora faz as contas!

As lojas

Através do Sixth Continent as lojas ou marcas conseguem direcionar a sua publicidade diretamente ao consumidor através do sistema "Pay Per Sale", que significa que apenas pagam se obtiverem uma compra ao invés de gastarem milhares de euros em anúncios noutras plataformas (como a TV ou cartazes), que não garantem clientes mas apenas visibilidade.

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Conseguem assim impulsionar as suas vendas ao mesmo tempo que obtém uma maior margem de lucro, já que ganham novos clientes que compraram um vale que só pode ser usado na sua loja e que vão acabar por se tornar clientes habituais e motivados. No meu caso eu nunca ia à CEPSA mas agora é sempre lá que abasteço o carro!

As lojas nem precisam de se preocupar em fazer descontos porque o consumidor já chega satisfeito por ter comprado um vale por 50% do seu valor real, mas algumas lojas chegam a criar parcerias temporárias com o Sixth Continent para lançar vales em ocasiões especiais, como no dia dos namorados ou dia das bruxas.

Com o crescimento do número de membros no Sixth Continent vai chegar o dia em que serão as lojas a implorar para entrar na plataforma para não perderem mais clientes!

O algoritmo Mo.Mo.Sy

Este sistema de compras é baseado no Moderate Monetary System (também conhecido como Mo.Mo.Sy.), elaborado pelo admin Fabrizio Politi. Este criou a fórmula baseada nos seus estudos sobre as fórmulas matemáticas de John Nash . De acordo com esse modelo, os consumidores e as empresas podem coexistir em um sistema mais eficiente para todos se houver atividades produtivas que recolocam parte dos lucros no ciclo de produção. Uma espécie de crédito de cidadania que, neste caso específico, é realizado com a redistribuição de uma parte dos lucros com toda a comunidade de membros.

mo.mo.sy sixth continent united algoritmo

Depois não nos podemos esquecer que o desconto máximo que os membros conseguem é de 50% do valor do vale, o que significa que teremos sempre de pagar a outra metade com dinheiro "do bolso" que, ao entrar no sistema, se torna em lucro do site que é partilhado entre todos, a começar pela pessoa que faz a compra através do cashback.

É por isso que existe o obrigação de comprar pelo menos um vale por mês para não perdermos os créditos, desta forma o fluxo de dinheiro não pára evitando a estagnação.

Afinal isto é sério e tem futuro

Espero que nesta altura já estejas um pouco mais esclarecido sobre o Sixth Continent e percebas que vale a pena confiar no sistema económico que o suporta. Agora resta-te dar finalmente o passo de te juntares a nós nesta ideia brilhante que está a revolucionar o mundo a partir da Itália.

O crescimento é tal que o admin não para de ser requisitado para dar entrevistas a vários meios de comunicação que já colocam o Sixth Continent como umas das fintech com maior potencial a NÍVEL MUNDIAL!

Se continuas com dúvidas coloca-as nos comentários em baixo ou visita o nosso grupo SixthContinent Portugal no Facebook.

Se te queres registar clica no banner em baixo e cria a tua conta mas atenção, deves criar conta até ao dia 10 de cada mês! Está tudo explicado no artigo de apresentação.

sixthcontinent banner registo

A dar refback no Freebitco.in há 106 domingos

12 novembro 2018 / 0 comentários
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Hoje é segunda-feira, o que significa que ontem se passou mais um domingo em que eu não falhei o compromisso de refback para com os meus referidos ativos no Freebitco.in. Se durante a semana passada fizeste os teus [ROLL] certinhos a cada hora, ontem recebeste de volta 50% das comissões que eu ganhei contigo´.

Confirmas que recebeste os teus Bitcoin extra?

A dar refback desde 2016

A palavra refback é muito utilizada para promover sites que atribuem comissões aos membros que conseguem angariar referidos diretos. Significa que o membro angariador (como é o meu caso), distribui uma parte das suas comissões com os seus referidos, de forma a agradecer o seu trabalho e promover a sua atividade.

Infelizmente nem todos os sites oferecem essa funcionalidade o que obriga alguns angariadores a controlar e calcular quanto devem dar em refback, mas no Freebitco.in isso pode ser feito automaticamente pelo próprio site, basta ativar a funcionalidade e definir quanto queremos dar de volta.

Estive a fazer as contas e fiquei hoje a saber que já se passaram 106 semanas desde que comecei a fazer esta distribuição de ganhos entre os meus referidos, ontem foi o 106º domingo em que partilhei pelo menos 50% dos meus ganhos semanais com cada referido.

freebitco.in freebitcoin referidos referrals comissions

Digo apenas porque em algumas semanas cheguei a partilhar 80% ou mesmo 100% dos meus ganhos!

Quanto ao valor total já partilhado tenho de admitir que é maior que imaginava, tens uma ideia de quanto foi? Eu digo: 0.04 Bitcoin partilhados, o que no valor atual desta criptomoeda equivale a mais de $250!

Uma iniciativa para manter

Feito este resumo da minha história com este faucet de Bitcoin grátis, só me resta esperar que estejas a aproveitar bem esta partilha, ou será que estou a desperdiçar ganhos potenciais com alguém que não está a aproveita-los?

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Se entretanto só agora estás a conhecer este site e a pensar no que já perdeste até hoje, não desanimes, inscreve-te hoje no site e daqui a mais 106 semanas poderás confirmar que também foste um dos contemplados com o meu refback.

Recomendo ainda a leitura do meu artigo Recebe bitcoin de graça com o Faucet Freebitco.in onde faço a apresentação detalhada do site.

5 razões que levam os jovens a investir em empréstimos peer-to-peer

30 outubro 2018 / 0 comentários
O blog oficial da Bondora partilhou recentemente um artigo no qual eu me revi quase na totalidade. Esse artigo debruçava-se sobre a forma como os jovens de hoje olham para o sistema financeiro, apresentando cinco razões que os/nos levam a investir em sites peer-to-peer em detrimento dos bancos.

Desafio-te a ler o artigo e a apontar nos comentários se estás em desacordo com algum dos pontos ou se também te revês neste sentimento!



Empréstimos peer-to-peer (abreviados como P2P), são um sistema que combina pessoas que procuram emprestar dinheiro - devedores - a pessoas que procuram investir e ganhar mais com o seu dinheiro - credores ou investidores. As empresas (como a Bondora ou Raize), oferecem seus serviços para combinar os tomadores de empréstimos com os investidores online, o que permite uma menor sobrecarga e torna as operações muito mais baratas do que as instituições financeiras tradicionais (como os bancos). Isso permite maiores retornos para os investidores e menores taxas de juros para os mutuários. Naturalmente há sempre risco envolvido, pois os tomadores de empréstimos podem falhar os pagamentos. Mas há muitas razões pelas quais os jovens estão optando por investir em empréstimos P2P e nós delineamos alguns deles abaixo.

Jovens preferem evitar os bancos

Como uma geração que atingiu a maioridade durante a crise financeira, tendo-se formado na universidade quando os empregos eram escassos e a dívida dos estudantes era alta, não é de admirar que a geração do milénio desconsidere maciçamente as instituições financeiras tradicionais. As taxas de juros dos bancos tradicionais são dolorosamente baixas, então a opção de investir numa conta poupança ou em títulos não é atraente para quem quer economizar. Mais e mais startups de financiamento ao consumidor estão surgindo à medida que o cenário económico e financeiro continua a mudar e cada vez mais jovens estão optando por encontrar métodos alternativos de investimento que não incluam, ou dependam totalmente, do sistema bancário tradicional.

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Como dito acima, o empréstimo P2P corta o banco da equação. Os mutuários que procuram empréstimos (que normalmente recorrem a um banco), podem contrair empréstimos através de uma empresa de empréstimos P2P. A empresa de empréstimos P2P vai diretamente aos investidores para financiar o empréstimo. Como os serviços de empréstimo P2P são todos administrados on-line, eles têm menores custos indiretos (ao contrário dos bancos), o que lhes permite oferecer retornos mais altos. Por sua vez, os mutuários recebem taxas de juros muito mais baixas do que teriam que pagar nos bancos e são atendidos com critérios muito menos rigorosos.

Empréstimos P2P são mais orientados para a tecnologia

Não só os millennials tendem a desconfiar dos bancos, mas eles acham que seus serviços e sistemas financeiros são ineficientes e ultrapassados, inadequados aos nossos dias. Como uma geração que cresceu na era digital, os jovens são naturalmente mais orientados pela tecnologia do que as gerações anteriores. Dito isso, é óbvio que eles são atraídos mais favoravelmente para setores e serviços orientados pela tecnologia.



A era digital também permitiu uma conexão global, a comunicação entre as fronteiras ficou muito mais fácil e eficiente. O componente on-line dos serviços de empréstimo P2P permite investir e contrair empréstimos além-fronteiras, o que é um atrativo para muitos que buscam expandir seu alcance. Uma interface simplificada e amigável também é muito importante para as gerações mais jovens e é algo que estes esperam encontrar num serviço. Os serviços orientados para a tecnologia também tendem a ser otimizados, mais fáceis e mais eficientes para as necessidades dos jovens, o que leva ao nosso próximo ponto.

Os jovens preferem simplicidade e flexibilidade

Os serviços de empréstimo P2P, como mencionado em cima, são oferecidos principalmente on-line, muitos dos quais oferecem inúmeras opções para automação. Para millennials conhecedores de tecnologia, um serviço “on-line” significa uma facilidade de uso. O processo de concessão de empréstimos já é simplificado pelo corte do intermediário (também conhecido como bancos), e se torna ainda mais simples com opções de automação, painéis de fácil utilização e ferramentas adicionais.



Os jovens têm tudo a ver com flexibilidade, desde as situações de emprego até as decisões financeiras. Os empréstimos P2P não são apenas simples mas também são flexíveis. Aos mutuários é oferecida mais flexibilidade e os credores têm menos restrições do que aqueles colocados em bancos tradicionais. Os investidores também encontram uma grande flexibilidade nos empréstimos P2P em relação a quanto podem ou querem investir, seu tempo de entrada e saída, liquidez de conta e os segmentos de mutuário que desejam segmentar ou evitar. Essa flexibilidade, por sua vez, permite que eles tenham maior controle sobre seus investimentos.

É fácil construir um portefólio diversificado com empréstimos P2P

Com maior flexibilidade surge a oportunidade de maior diversificação. Todo gestor financeiro ou consultor de investimentos sabe da importância de ter um portefólio diversificado e todos nós conhecemos o antigo ditado que nos diz para “não colocarmos todos os ovos na mesma cesta”. A verdadeira e apropriada diversificação pode ser um pouco difícil em vários tipos de investimentos e em várias classes de ativos quando alguém está a começar.



Enquanto os jovens entram no mundo dos investimentos e começam a construir portefólios diversificados, é natural que eles sejam atraídos por empréstimos P2P. O empréstimo P2P permite a diversificação dentro de seu serviço. Em vez de apenas investir em um empréstimo, os investidores P2P podem distribuir seu dinheiro em vários empréstimos diferentes. Dessa forma, se um falhar, eles ainda têm outros investimentos de empréstimo para recorrer. Os investidores P2P também são capazes de investir em diferentes empréstimos com diferentes níveis de risco avaliado e taxas de retorno, empréstimos para diferentes países e empréstimos com diferentes durações. Diferentes níveis de risco, é claro, leva ao nosso último ponto.

Os jovens são menos avessos ao risco e favorecem retornos mais altos

Finalmente pode-se dizer que, tipicamente, os jovens são menos avessos ao risco do que as gerações anteriores. Eles estão dispostos a assumir riscos mais altos para receber retornos mais altos. Ao contrário de seus predecessores (que estavam bem em investir a longo prazo em coisas como imóveis, ouro e património em troca de retornos mais baixos e menor risco). Os millennials não querem amarrar seus fundos em algo que ofereça, na melhor das hipóteses, retornos medíocres. Eles querem que seu tempo e investimentos sejam otimizados e favorecem um risco maior de retornos mais altos em relação à estabilidade. Plataformas de empréstimo P2P geralmente oferecem retornos mais altos do que os métodos tradicionais de investimento, mas há sempre o risco de alguém falhar o pagamento. A flexibilidade e a diversificação dentro da estrutura de empréstimos P2P respondem a isso oferecendo opções de maior risco / maior retorno.



Basicamente as gerações mais jovens não fogem do desconhecido, elas adotam a inovação e a mudança. Embora os empréstimos P2P já existam há algum tempo, ainda são considerados uma novidade no setor financeiro. Por mais que sejam criticados, os millennials tendem a ser pensadores progressistas, criadores de tendências e agitadores da indústria. Por isso é natural vê-los migrando para novas opções de investimento que estão mudando o mundo das finanças. Além de (e talvez por causa), das razões mencionadas acima, os empréstimos P2P são simplesmente uma opção perfeita e fácil para os jovens ganharem experiência e mergulharem no mundo dos investimentos. À medida que mais e mais empresas de tecnologia financeira entendem as mudanças nas necessidades e demandas encontradas entre as gerações mais novas, veremos cada vez mais métodos alternativos de investimento como o crescimento de empréstimos P2P.

Se te sentes jovem mas ainda não experimentaste esta forma de investimento, recomendo que leias o artigo onde apresento as plataforma de empréstimos P2P que estou a utilizar no momento.

Se não te sentes jovem… experimenta também uma plataforma para veres o que andas a perder!

O que são investimentos Peer to Peer ou P2P

11 julho 2018 / 0 comentários
Investimentos Peer to Peer (também conhecidos pela abreviatura "P2P"), são uma forma simples de conectar investidores com tomadores de empréstimos ou mutuários de uma forma quase direta. Esse papel é tradicionalmente desempenhado pelas entidades bancárias mas graças à tecnologia P2P podemos agora cortar os bancos da equação, o que resulta em vantagens para ambas as partes:
  • Mutuários: conseguem financiamento mais rápido e com melhores taxas de juro;
  • Investidores: conseguem obter um maior retorno que noutros produtos bancários.
Esta conexão fica a cargo de uma plataforma online que gere e avalia os pedidos de empréstimos, permitindo aos investidores receberem o seu retorno pago mensalmente pelos mutuários em forma de juros programados.

Como funcionam os investimentos Peer to Peer

Hoje em dia uma operação de investimentos P2P pode ser estruturada em quatro grupos essenciais que em conjunto tornam este modelo de negócios possível e cada vez mais atrativo ao público, são eles: o investidor, a plataforma, o credor e o mutuário.

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Vamos então perceber a importância de cada grupo.

O investidor

Resumidamente são os investidores que fornecem o dinheiro! Existem várias plataformas no mercado onde os investidores podem criar conta, carregar o saldo através de uma transferência bancária, por cartão de crédito ou outro método, para depois começarem a analisar a oferta de empréstimos listados e comprarem os que mais lhes agradam.

Dependendo das regras exclusivas de cada plataforma, em regra cada investidor só compra uma fração de cada empréstimo para diversificar o seu risco. As restantes frações são compradas pelos restantes investidores da plataforma até que o mutuário consiga obter o valor total de que pediu.

Após essa compra o investidor passa a ter direito a receber os juros estabelecidos no ato da compra até que receba a totalidade do valor investido.

A plataforma

As plataformas P2P têm a importante função de conectar os investidores com os mutuários. Elas atuam como um mercado listando todos os pedidos de empréstimos que podem ser comprados, sendo depois responsáveis por receber e realizar os pagamentos entre investidores e credores.

A plataforma também é responsável por relatar o desempenho de cada empréstimo através de uma ficha única para cada crédito ao mesmo tempo que mantém um registro dos investimentos detidos por cada investidor.

As plataformas podem ser independentes dos emprestadores que originaram os empréstimos ou podem fazer parte do mesmo grupo.

O credor

Os credores são os responsáveis pelas relações com os tomadores de empréstimos. Nas suas competências estão incluídas a verificação do crédito pedido, a avaliação de garantias, a estruturação de empréstimos, a execução de procedimentos e documentos legais bem como o envio e recebimento de pagamentos.

Eles também são os responsáveis por recuperar quaisquer pagamentos atrasados, que podem incluir atividades de cobrança de dívidas e ativação das garantias. Os credores geralmente recebem (e mantêm) as taxas de acordo pagas pelos mutuários. Alguns credores dão a totalidade dos juros para aos investidores, alguns tomam uma parte dos juros que o mutuário paga.

O mutuário

Ao pesquisar as listas de pedidos de empréstimo nas plataformas, vamos encontrar vários tipos de mutuários que tanto podem ser empresas como indivíduos. As empresas que recorrem aos empréstimos P2P são geralmente pequenas ou médias empresas, grande parte delas ligadas ao setor imobiliário.

Estes mutuários são avaliados pelas plataformas que classificam o seu grau de confiança de acordo com vários parâmetros, criando assim um grau de risco que é apresentado aos investidores e através do qual estes decidem se devem ou não emprestar dinheiro a essas empresas.

O que é o mercado secundário e para que serve

Uma grande parte das plataformas de empréstimos Peer to Peer oferece aos seus clientes investidores a possibilidade de utilizarem o chamado “mercado secundário” para que possam negociar empréstimos entre si. Estes mercados são uma ferramenta preciosa e essencial para que alguns investidores se registem nas plataformas.

Nestes mercados o investidor pode vender o ou os empréstimos que tem em carteira, sobre o qual está a receber juros, mesmo antes de o prazo do mesmo tenha vencido. Há vários motivos para o fazer, geralmente essas vendas antecipadas ocorrem porque o investidor pode necessitar de ter o dinheiro em mão antes do tempo que previa, o que cria algumas oportunidades de negócio interessantes para outros investidores que podem assim conseguir diversificar a sua carteira de empréstimos por um bom valor.

Uma grande vantagem em comprar empréstimos no mercado secundário é que geralmente o histórico desse mutuário já tem algumas informações importantes sobre o seu cumprimento...ou não cumprimento de pagamentos!

Um negócio em crescimento

O mercado das plataformas de empréstimos P2P tem vindo a crescer de forma bastante significativa. Temos hoje uma variedade enorme de plataformas a operar com resultados bastante positivos o que leva cada vez mais pessoas a experimentar e recomendá-las aos seus amigos.

Com o aparecimento das garantias Buyback, que asseguram que o dinheiro investido será sempre recuperado na totalidade em caso de incumprimento do mutuário, é agora mais seguro apostar neste negócio para garantir aquele rendimento extra com taxas de retorno bastante mais elevadas que as que qualquer banco pode garantir.

Se ficaste motivado e com vontade de experimentar visita a minha página de plataformas P2P recomendadas e contacta-me se tiveres dúvidas.

Um agradecimento ao site Explore P2P que serviu de guia para a criação deste artigo.

Que tipo de patrocinador és tu?

10 outubro 2017 / 4 comentários
promotor patrocinador líder megafone guia seguir dinheiro referidos referralsDepois de tantos anos dedicados ao negócio dos ganhos online, acredito que já tive oportunidade de lidar com todo o tipo de patrocinadores online. Estes, utilizando os mais variados métodos de promoção, tentam convencer-nos a experimentar os sites que acreditam serem os melhores do mercado, com o objetivo de aumentar a sua lista de referidos diretos.

Lembrei-me por isso criar uma lista onde estão categorizados os tipos de patrocinadores mais comuns. Dá uma vista de olhos para ver se concordas.

O Fala Barato

Este é o patrocinador que supre-valoriza os sites que promove, tende a exagerar na descrição do mesmo como se fosse a melhor oportunidade da tua vida, desvalorizando qualquer falha que possa ser apontada. Muitas vezes é alguém que entrou nos ganhos online há pouco tempo e ainda acredita que é tudo muito fácil e rentável

Às vezes até consegue acertar e promover um bom site, mas não contes com o seu apoio nas dúvidas porque ele não te vai conseguir ajudar, investe tanto tempo a anunciar em todo o lado que nem tem tempo para realmente perceber como funciona!

O Manhoso

O patrocinador Manhoso pode ter todas as características do Fala Barato, mas as suas intenções são piores. Ele até pode saber que o site que promove pode estar em colapso, prestes a fechar e sem dinheiro para pagar aos membros, mas mesmo assim vai promove-lo como se nada de mal se passasse, podendo até incentivar os novos membros a investir enquanto ele tenta levantar o seu último pagamento.

Muitas vezes consegue esse objetivo, já as pessoas que foram na conversa acabam por se dar mal.

O Ingénuo

Há aqueles que até podem estar a promover um site de boa fé, conseguindo angariar bons referidos sem perceberem que estão a recomendar um site que já se tornou SCAM. A sua ingenuidade é muitas das vezes resultado da pouca experiência, principalmente por serem novos neste meio e terem sido iludidos por algum patrocinador Manhoso.

As suas intenções podem não ser más, a situação dos sites pode mudar tão inesperadamente que o Ingénuo nem se apercebe dos sinais que o deviam levar a deixar de os promover.

O Crente

líder caminho seguir ganha ganhar promotor patrocinador referido referidosDepois há aqueles que acreditam nos programas com todo o seu coração e alma! Os admins podem já ter cometido vários erros comprometedores, a contestação dos membros pode ser alta, mas o Crente vai manter a esperança que tudo se resolva.

Não confundam este patrocinador com o Ingénuo, é que o Crente sabe o que se passa e acompanha todas as notícias do site, mas por mais evidentes que sejam os sinais de falência, ele continua a acreditar que tudo vai acabar bem.

Há muitos sites que poderiam manter-se viáveis se não fosse o pânico dos membros, mas é muito difícil conseguir alterar o efeito “bola de neve”.

O Mãos Largas

Aqueles que realmente conseguem obter um bom rendimento nos negócios online, costumam distribuir alguns desses ganhos pela sua rede como forma de retribuição. Esses patrocinadores de Mãos Largas sabem as dificuldades de quem está a começar e também costumam advertir dos riscos que estes sites implicam.

Ao fazer estas retribuições acabam também por criar uma rede de fiel seguidores que sentem que não serão enganados mas há que estar atento, este pode ter muitas características de um Manhoso ou Crente, ou seja, pode estar apenas a tentar obter o seu lucro final num site prestes a fechar (Manhoso), ou a acreditar que o site não vai fechar mesmo estando em dificuldades (Crente).

O Sincero

Nem todos os patrocinadores de negócios online são maus, o Sincero é aquele que nós queremos seguir. Este patrocinador vai ajudar-te a ter sucesso no site informando-te sobre tudo o que se passa, sem adornar qualquer situação menos boa, comprometendo até a sua própria conta por informar sempre a verdade e avisar os seus seguidores quando for preciso.

Com sorte para além de Sincero é também Mãos Largas e por isso deves, pelo menos, ouvir o que tem para dizer.

O Esforçado

O último tipo de patrocinador é o Esforçado que, como o próprio nome indica, é alguém que segue todos os passos do seu próprio patrocinador. Basicamente não é capaz de pensar por si e acredita que o seu patrocinador tem razão em tudo o que diz, fazendo copy>paste de toda a informação que recebe para a sua rede.

Pode esforçar-se para ser Sincero mas poderá cometer muitos erros que te vão prejudicar. Quem pertencer à rede de um Esforçado não pode esperar um grande apoio do mesmo, já sabe que este não vai dizer nada sem primeiro perguntar.

O Preguiçoso

Seguindo a sugestão deixada pelo Rui Magalhães nos comentários deste artigo, decidi adicionar o patrocinador Preguiçoso, que é nada mais que aquele que quer e sonha ter resultados fantásticos mas não se esforça minimamente para isso.

Este tipo de patrocinador é muito parecido com o Esforçado, está atento a tudo o que o seu patrocinador faz ou ganha, mas não é capaz de colocar as dicas que recebe em prática e muitas vezes ainda reclama como se a culpa fosse dos outros.


Estes foram os tipos de patrocinadores que fui encontrando ao longo da minha “carreira” nestes negócios online, já fui abordado por todos eles, mas também admito que já poderei ter sido categorizado nalguns destes tipos menos bons durante os meus primeiros passos nos negócios online.

Claro que existem patrocinadores que combinam duas ou mais características, eu quero acreditar que sou:
  • Bom Coração: pelos passatempos no blog e bónus que ofereço diretamente aos referidos;
  • Honesto: não deixo de alertar para os pontos negativos dos sites que promovo e já fui banido de alguns por isso.
Também admito que no início fui um pouco Fala Barato e Ingénuo, mas faz parte da aprendizagem!

Então e tu? Que tipo de promotor te consideras?

O que precisas saber sobre Empréstimos Rápidos de Dinheiro às Empresas

29 maio 2017 / 6 comentários
O blog oficial da plataforma Bitbond partilhou recentemente um artigo bastante interessante sobre os empréstimos rápidos para empresas, onde explica o que são e o que é preciso fazer para pedir um empréstimo deste tipo.

Decidi partilhar aqui o texto traduzido para português.

O que são Empréstimos Rápidos de Dinheiro às Empresas?

Os Empréstimos Rápidos de Dinheiro às Empresas são uma ótima maneira de aproveitar o poder de crowdsourcing para o benefício de vendedores on-line que precisam de financiamento externo. Eles são oferecidos através de plataformas de empréstimo peer-to-peer como a Bitbond. Estas plataformas agem como um intermediário entre as pessoas que precisam pedir dinheiro emprestado e os investidores que têm dinheiro para emprestar.

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Estas cobram uma taxa para lidar com o processo de aplicação e aprovação, publicar o pedido de crowdsourcing, financiar o empréstimo e desembolsar os fundos para o mutuário, recolher os pagamentos do empréstimo do mutuário e reembolsar os investidores. É um conceito originário do Reino Unido mas que ganhou popularidade em todo o mundo, embora a Bitbond seja atualmente a única plataforma peer-to-peer a operar globalmente e a fornecer empréstimos rápidos a empresas.

As plataformas de empréstimo como a Bitbond operam on-line pelo que não mantêm grandes escritórios físicos nem precisam de muitos trabalhadores, o que lhes permite cobrar relativamente menos pelos seus serviços. Consequentemente, a taxa de juro paga pelos mutuários é tipicamente mais baixa do que as taxas cobradas pelos bancos tradicionais enquanto que o retorno aos investidores é normalmente mais elevado.

Quando é que se deve pedir um empréstimo rápido?

Os negócios on-line começam muitas vezes com auto-financiamento, quer de poupança pessoal ou por empréstimos dados por família e amigos. Quando as vendas começam a acontecer e as receitas crescem, começa a ser necessário mais dinheiro para conseguir levar o negócio para a próxima etapa. É inegável a realidade de que é preciso dinheiro para gerar mais dinheiro.

Podem ser necessários fundos para:
  • Comprar inventário adicional para gerar receita de vendas adicional;
  • Compensar o intervalo de tempo entre concluir vendas e cobrar o valor das mesmas;
  • Fornecer uma almofada para prevenir os altos e baixos sazonais nas receitas;
  • Aproveitar as oportunidades de negócios de curto prazo, como o financiamento de grandes encomendas ou a compra de inventário com desconto;
  • Contratar pessoal, investir em equipamentos ou fazer outras melhorias que ajudarão o negócio a crescer.
A única coisa que não deve ser financiada é a dívida. Pedir um empréstimo para pagar as contas existentes e cobrir despesas operacionais básicas vai carregar uma pequena empresa com dívidas adicionais. O financiamento externo, seja através de um empréstimo rápido ou empréstimo bancário tradicional, pode ajudar uma pequena empresa saudável a crescer e tornar-se mais bem sucedida, mas pode também afundar um negócio que já estava em dificuldades.

Quanto é que pode ser emprestado?

Diferentes plataformas de empréstimo P2P oferecem máximos diferentes, geralmente na faixa de 5.000€ a 50.000€ para vendedores on-line. O montante disponível para qualquer mutuário através de um empréstimo rápido depende de dois fatores-chave: creditworthiness (credibilidade do mutuário), e renda.

É aqui que os empréstimos rápidos entram em jogo com uma vantagem importante. Os bancos tradicionais costumam ser relutantes ou estar mal preparados para levar em conta a renda obtida através de uma plataforma de comércio electrónico como Amazon, eBay ou Olx. No entanto, muitas plataformas de empréstimo peer-to-peer permitem que potenciais mutuários liguem suas contas de vendedor de forma a fornecer acesso ao seu histórico de vendas para fins de verificação de renda. Podem até levar em consideração a presença e reputação on-line do vendedor nas redes sociais.

Quanto é que deve ser emprestado?

Nunca é boa ideia pedir emprestado um valor maior do que o realmente necessário e que possa ser confortavelmente reembolsado. Pode ser tentador solicitar um grande empréstimo para realizar um plano de expansão ambicioso, mas faz muito mais sentido pedir emprestado incrementalmente.

Se o primeiro empréstimo empresarial instantâneo produzir os resultados desejados, facilmente o vendedor pode avançar para outro mesmo antes que o primeiro seja pago. É tudo uma questão de números e equilíbrio entre os potenciais benefícios e riscos de assumir uma dívida adicional.

Qual é a taxa de juros em um empréstimo rápido?

A taxa de juro que será cobrada depende principalmente da solvabilidade do mutuário, por isso varia de empréstimo para empréstimo bem como de credor para credor. A taxa de juros é calculada como uma percentagem do montante emprestado e é expressa como a TAEG, ou taxa anual.

O TAEG torna possível comparar o custo de diferentes empréstimos, independentemente do montante do empréstimo, opções de reembolso ou vencimentos. Tenha em mente que o custo total para o mutuário inclui quaisquer taxas impostas pelo credor, além dos juros cobrados.

Que opções de reembolso estão disponíveis?

As plataformas de empréstimo como a Bitbond, oferecem opções de reembolso de empréstimos especificamente projetadas para atender às necessidades dos vendedores on-line. As duas opções de reembolso mais comuns são:
  • Parcelas mensais iguais, que consistem tanto em juros como em reembolso de capital: conhecidos como empréstimos a prazo, empréstimos a prestações ou empréstimos amortizáveis sendo os melhores para aqueles com um fluxo de renda relativamente estável;
  • Reembolso do principal em um pagamento até a data de vencimento do empréstimo: conhecido como empréstimos de balão ou empréstimos de bala, eles podem exigir pagamentos de juros regulares durante a vida do empréstimo ou um pagamento de juros fixos na data de vencimento.
Um empréstimo rápido também pode ser feito na forma de uma linha de crédito, que permite ao mutuário acessar aos fundos conforme deles necessite. Os juros são cobrados apenas pelo período em que o dinheiro retirado pelo mutuário permanece não pago, e os termos de reembolso variam conforme a plataforma de empréstimo utilizada. Uma vantagem de uma linha de crédito é que o mutuário pode retirar mais dinheiro para enfrentar novos desafios ou aproveitar as novas oportunidades à medida que surgem.

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Independentemente da opção de reembolso a aplicar, o montante dos juros pagos pelo mutuário depende da duração do prazo do empréstimo bem como da taxa de juros aplicada. Obviamente quanto mais longo o prazo do empréstimo mais o mutuário vai acabar pagando em juros. Com empréstimos que são reembolsados em prestações, um prazo mais longo tem a vantagem de pagamentos mensais menores. Reembolsar um empréstimo rápido antecipadamente (antes de sua data de vencimento), pode salvar ao mutuário algum dinheiro, mas alguns credores cobram uma taxa de reembolso antecipado ou cobram o montante total de juros de qualquer maneira.

Quem paga as taxas cobradas pela plataforma de empréstimo?

As plataformas de empréstimo peer-to-peer lucram com as taxas cobradas pelos serviços prestados a mutuários e mutuantes. Os mutuários pagam uma taxa que pode ser tão pouco como meio por cento do montante do empréstimo, a tanto quanto cinco por cento, dependendo de sua posição de crédito. A maioria das plataformas de empréstimo peer-to-peer também cobram uma taxa mínima para os investidores que financiam um empréstimo, muitas vezes sob a forma de uma taxa anual de serviço, embora a Bitbond não cobre uma taxa ao credor.

Qual é o impacto no rating de crédito do mutuário?

Pedir um empréstimo bancário tradicional implica invariavelmente ao credor entregar um inquérito de crédito rígido, o que tem um impacto negativo na pontuação de crédito do indivíduo. Os mutuários podem evitar um este sinal vermelho na a sua pontuação de crédito através da aplicação de um empréstimo rápido ao optar por uma plataforma de empréstimo que não faz perguntas difíceis.

É necessária uma garantia colateral para pedir um empréstimo rápido?

Os empréstimos rápidos obtidos através de uma plataforma de empréstimo online são tipicamente inseguros. Isso não significa que o credor não tem nenhuma maneira de recuperar os empréstimos que deixam de ser pagos de acordo com o contrato de empréstimo. Muitos credores exigem acesso a um banco ou conta PayPal a partir do qual eles podem deduzir os fundos devidos. O mutuário normalmente é o responsável por reembolsar o empréstimo, mesmo que este tenha sido requerido em nome da entidade comercial do vendedor.

A falha no pagamento de qualquer empréstimo geralmente resulta em ações de cobrança de dívidas que não só são desagradáveis, mas também podem causar danos a longo prazo ao crédito do mutuário. Antes de apresentar um pedido com um determinado credor, é extremamente importante descobrir o que acontece em caso de não pagamento.

Quanto tempo leva para obter aprovação?

A aprovação rápida é a regra e principal vantagem de empréstimos peer-to-peer, que podem demorar tão pouco quanto um par de horas, em muitos casos o dinheiro pode entrar na conta do mutuário no mesmo dia ou seguinte. Mesmo quando leva mais tempo para processar uma aplicação e financiar um empréstimo, é quase sempre consideravelmente mais rápido do que seria com um empréstimo bancário tradicional.

Ou seja…

Os empréstimos rápidos oferecidos através de plataformas de crédito peer-to-peer abrem novas possibilidades aos vendedores on-line para realizarem a sua visão de sucesso. Deixam assim de estar sujeitos aos preconceitos dos credores tradicionais e passam a ter acesso ao financiamento que precisam para competir e prosperar no mercado digital global.

Como se rentabilizam os Faucet de criptomoedas

21 fevereiro 2017 / 37 comentários
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Gerir um site Faucet de Bitcoin ou outra Altcoin exige responsabilidade e capacidade de gestão, não é qualquer pessoa que consegue criar e manter um negócio nesta área e é por isso que, apesar já terem existido centenas ao longo dos últimos anos, são poucos os que conseguem durar o tempo suficiente para criarem um nome que se estabeleça no mercado.

Estes sites são a porta de entrada ideal para pessoas que querem obter as suas primeiras criptomoedas como o Bitcoin, mas será que estes sites são rentáveis para o seu administrador? Como é que este consegue ganhar dinheiro suficiente para poder distribuir os prémios aos membros?

Continua a ler este artigo onde tentarei explicar quais as fontes de rendimento de um Faucet.

É rentável ter um Faucet?

A resposta a esta curiosidade é simples de dar: Sim e Não… Ficaste na mesma? A verdade é que é muito difícil manter um Faucet rentável nos dias de hoje, basta ver a quantidade de sites que abrem e fecham em poucos meses ou semanas.

Toma nota: Para a maioria dos empreendedores nesta área, o seu Faucet não terá sucesso e pode até acabar por fechar com prejuízo.

Mas há sempre alguém que consegue seguir em frente desde que o faça seguindo uma estratégia bem definida desde início, e com um plano de rentabilidade a longo prazo. Para começar é preciso calcular bem os custos de criação e manutenção do site, onde se deve incluir:
  • domínio próprio: no fundo será a marca registada do site;
  • hospedagem estável: é preciso manter o site sempre disponível;
  • script seguro: porque nem todos temos conhecimentos de programação para criar um.
É praticamente impossível um Faucet começar a ter lucro logo nos primeiros tempos de vida, por isso é importante ter em conta estes custos iniciais que só serão compensados a longo prazo se o site começar a ter visibilidade no mercado.

Lucrar para poder pagar

Depois do site propriamente dito estar aberto ao público, está na altura de o tornar lucrativo de forma a que os ganhos com o mesmo sejam suficientes para cobrir as despesas, sem esquecer que tem de sobrar dinheiro para o salário do administrador já que ninguém trabalha de graça!

Isso é conseguido através de vários métodos de publicidade que o site disponibiliza aos anunciantes, uma vez que um Faucet é capaz de atrair um volume de tráfego enorme e regular (centenas ou milhares de Page Views por dia), já que convida os membros a voltar ao site a cada hora para ganharem mais, existindo até alguns em que se ganha a cada 5 minutos!

Os métodos mais comuns são então:

Espaços para banner

Nos primeiros tempos todos os Faucet utilizavam o famoso Google AdSense para ganhar dinheiro. Este é um dos sistemas mais lucrativos para rentabilizar os espaços vazios de um site, mas deixou de aceitar os Faucet por considerar que não cumprem com os termos de serviço.

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Hoje em dia são utilizadas plataformas similares que pagam uma percentagem pelas impressões dos banners ou quando o visitante clica no banner, mas os Faucet mais bem sucedidos conseguem ainda vender diretamente os espaços a anunciantes que queiram aproveitar o tráfego do site para anunciarem o seu produto/serviço.

Sites de afiliados ou links de referidos

Outra forma de rentabilizar o Faucet é através de sites de afiliados, que pagam uma percentagem por vendas que ocorram através da publicidade disponibilizada no site. Podem utilizar plataformas que anunciem produtos relacionados com o tema do Faucet, ou outros como sites de venda online.

O admin pode ainda promover o seu link de referidos para outros sites, por exemplo, colocando um link num local visível com o texto “queres ganhar mais bitcoin? Então experimenta este site...”. Passa assim a ganhar comissões nesse site com os referidos que angariar a partir do seu Faucet.

Jogos de azar

Os Faucet são conhecidos por distribuírem unidades de criptomoeda de graça a quem os utiliza, mas os admins sabem que há formas de recuperar o dinheiro distribuído antes que seja levantado. Isso é feito através de jogos de azar no qual os membros podem jogar utilizando o seu saldo.

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Existem jogos onde o membro pode multiplicar os ganhos se comprar uma entrada, ou lotarias com prémios atrativos onde os membros podem entrar utilizando o seu saldo. Eu e tu podemos ter um bom controlo e saber evitar este tipo de jogos, mas acredita que há muitos membros que não resistem e assim o Faucet consegue recuperar muito dinheiro que de outra forma teria de ser pago!

E além de o site dar a oportunidade de apostar o dinheiro em saldo, oferece ainda a hipótese de serem feitos depósitos com dinheiro exterior para jogar, criando assim outra forma de se rentabilizar.

Conclusões

Agora que leste este artigo já deves ter percebido que um Faucet não é nenhum lugar mágico que consegue criar dinheiro do nada, os sites têm de estar bem preparados para conseguirem obter ganhos maiores que aqueles que têm de pagar aos utilizadores.

Um site de sucesso deve conseguir rentabilizar-se sem exagerar na publicidade que apresenta no site, caso contrário vai acabar por desmotivar os membros que vão deixar de visitar o site e toda a publicidade só será rentabilizada se o Faucet continuar a receber o enorme tráfego.

E agora, ficaste com vontade de experimentar um Faucet? Neste momento sou membro do Freebitco.in que apresentei neste artigo, é sem dúvida o melhor do momento pelo que se torna na melhor opção para quem quer começar.